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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Infarto


O infarto é uma área localizada de necrose isquêmica. A isquemia é definida como deficiência do suprimento de sangue em uma determinada área de tecido ou órgão. Geralmente, a isquemia é produzida por trombose ou embolia.
Na maioria das vezes, o infarto é conseqüente à oclusão arterial, mas, em determinadas circunstâncias, a obstrução venosa também produz infarto.
Além da trombose e embolia, outras causas de obstrução arterial, tais como placas ateromatosas, arterites, compressões e torções vasculares, podem determinar infarto. Admite-se também que o espasmo vascular e a isquemia relativa possam ser causas isoladas ou coadjuvantes de infarto.
Os infartos podem ser anêmicos ou hemorrágicos:
  • Infarto anêmico ou branco: Resultam da oclusão de artérias e ocorrem em órgãos compactos, como rins, coração e baço. Admite-se que o infarto branco tenha uma fase inicial vermelha, de curta duração. O infarto branco é caracteristicamente isquêmico, isto é, os vasos que o percorrem não contêm sangue. Na periferia do infarto, os vasos apresentam-se congestos.
  • Infarto hemorrágico ou vermelho: Correspondem a áreas localizadas de necrose, com hemorragia maciça associada. Decorrem geralmente da oclusão venosa e afetam de preferência órgãos que possuem dupla circulação. São freqüentes nos pulmões e intestinos. No encéfalo, em razão de sua riqueza em água e lipídios, a necrose amolece precocemente e, por essa razão, os seus infartos são também chamados de amolecimento. O infarto cerebral pode ser também hemorrágico, principalmente quando a necrose é produzida por êmbolos.

sábado, 6 de novembro de 2010

Infarto


Infarto do miocárdio é a necrose de uma parte do músculo cardíaco causada pela ausência da irrigação sanguínea que leva nutrientes e oxigênio ao coração. É o resultado de uma série complexa de eventos acumulados ao longo dos anos, mas pode ser caracterizado pela oclusão das artérias coronárias em razão de um processo inflamatório associado à aderência de placas de colesterol em suas paredes.
Sintomas:
- dor ou forte pressão no peito;
- dor no peito refletindo nos ombros, braço esquerdo (ou os dois) pescoço e maxilar;
- dor abdominal;
- suor, palidez, falta de ar, perda temporária de consciência, sensação de morte eminente;
- náuseas e vômitos.

Fatores de risco:
- histórico familiar de doença coronariana;
- idade (a partir dos 60 anos);
- colesterol alto;
- triglicérides elevado;
- hipertensão arterial;
- obesidade;
- diabetes;
- fumo;
- estresse;
- sedentarismo.

Como se prevenir:
- alimentação balanceada (pobre em gorduras animais);
- manter o peso sob controle;
- praticar exercícios;
- exames de prevenção (avaliação médica periódica, eletrocardiograma de repouso, hemograma, colesterol, triglicérides, glicose e teste de esforço).