quarta-feira, 4 de maio de 2011

Erisipela

Erisipela é um processo infeccioso cutâneo, podendo atingir a gordura do tecido celular subcutâneo, causado por uma bactéria que se propaga pelos vasos linfáticos. Pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum nos diabéticos, obesos e nos portadores de deficiência da circulação venosa dos membros inferiores. Não é contagiosa.
Nomes populares: esipra, mal-da-praia, mal-do-monte, maldita, febre-de-santo-antônio.

Os primeiros sintomas podem ser aqueles comuns a qualquer infecção: calafrios, febre alta, astenia, cefaléia, mal-estar, náuseas e vômitos. As alterações da pele podem se apresentar rapidamente e variam desde um simples vermelhidão, dor e edema (inchaço) até a formação de bolhas e feridas por necrose (morte das células) da pele.
A localização mais freqüente é nos membros inferiores, na região acima dos tornozelos, mas pode ocorrer em outras regiões como face e tronco. No início, a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente. Com a progressão da infecção, o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado e, por fim, a necrose da pele. É comum o paciente queixar-se de “íngua” (aumento dos gânglios linfáticos na virilha).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Fibrose Cística

Fibrose cística (FC) é doença autossômica recessiva
letal, a mais comum afeta populações caucasóides, cuja
incidência varia de um para cada 2000 ou 3000 nascimen-
tos em vários países: um indivíduo em cada 25 nestas
populações é portador assintomático do gene. É menos
freqüente em negros, um para 17.000, e rara em asiáticos,
um para 90.000, na população americana1,2.
Seu diagnóstico é sugerido pelas características clíni-
cas de doença pulmonar obstrutiva crônica, colonização
pulmonar persistente (particularmente com cepas mucói-
des de Pseudomonas), íleo meconial, insuficiência pan-
creática com prejuízo do desenvolvimento ou história
familiar da doença. Na presença dessas, o diagnóstico é
confirmado por concentração de cloro no suor maior que
60 mEq/ L ou pela mutação FC patológica nos cromosso-
mos.

Referencia: Francisco J. C.

Fibrose Cística

Fibrose cística (FC) é doença autossômica recessiva
letal, a mais comum afeta populações caucasóides, cuja
incidência varia de um para cada 2000 ou 3000 nascimen-
tos em vários países: um indivíduo em cada 25 nestas
populações é portador assintomático do gene. É menos
freqüente em negros, um para 17.000, e rara em asiáticos,
um para 90.000, na população americana1,2.
Seu diagnóstico é sugerido pelas características clíni-
cas de doença pulmonar obstrutiva crônica, colonização
pulmonar persistente (particularmente com cepas mucói-
des de Pseudomonas), íleo meconial, insuficiência pan-
creática com prejuízo do desenvolvimento ou história
familiar da doença. Na presença dessas, o diagnóstico é
confirmado por concentração de cloro no suor maior que
60 mEq/ L ou pela mutação FC patológica nos cromosso-
mos.

Referencia: Francisco J. C.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Transtorno De Ansiedade

Transtorno de ansiedade é a preocupação excessiva sobre diversas coisas da vida. Tendo como sinais e sintomas a fadiga, inquietação,irritabilidade, dificuldade de concentração ,dor de cabeça, falta de ar, entre outros. Os tratamentos atuais são feitos com antidepressivos.Através de estudos duplo-cegos, randomizados e controlados por placebo, pode-se perceber a eficácia dos inibidores de recaptação de serotonina ( ISRS) para o tratamento. Também são utilizados os inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN). Os antidepressivos tricíclicos (ADT) são mesmos utilizados pois tem vários efeitos colaterais.Os benzodiazepínicos e buspirona são mais utilizados no tratamento de curto prazo, pois apresentam efeito imediato. Esses medicamentos são seguros e com efeitos colaterais limitados.Portanto é importante que se tenha conhecimento das características que envolve o transtorno de ansiedade, para que se tenha um diagnostico preciso, e que o tratamento tenha um resultado esperado.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Papiloma vírus Humano (HPV)

O que é o Papilomavírus Humano (HPV)?

O HPV é um vírus comum que afeta tanto homens quanto mulheres. Existem mais de 100 tipos diferentes de HPV. (1) Certos tipos de HPV causam verrugas comuns nas mãos e nos pés. (4) A maioria dos tipos de HPV não causa nenhum tipo de sintoma e desaparece sem tratamento. (1)


Cerca de 30 tipos de HPV são conhecidos como HPV genitais porque eles afetam a área genital. (1) Alguns tipos provocam mudanças nas células do revestimento do colo do útero. Caso não sejam tratadas, estas células anormais podem se tornar células cancerosas. Outros tipos de HPV podem causar verrugas genitais e mudanças benignas (anormais, mas não cancerosas) no colo do útero.


Quais as formas de prevenir a transmissão do HPV genital?

Não existe forma de prevenção 100% segura, já que o HPV pode ser transmitido até mesmo por meio de uma toalha ou outro objeto. Calcula-se que o uso da camisinha consiga barrar entre 70% e 80% das transmissões, e sua efetividade não é maior porque o vírus pode estar alojado em outro local, não necessariamente no pênis.

*Inst Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, São Paulo

sábado, 11 de dezembro de 2010

H1N1


Gripe H1N1

O surto atual da gripe H1N1, ou influenza A, é provocado pelo vírus H1N1 da influenza do tipo A. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína, que infectaram porcos simultaneamente.
O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A transmissão pode ocorrer antes de aparecerem os sintomas. Ela se dá pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. Experiências recentes indicam que esse vírus não é tão agressivo quanto se imaginava.
Segundo a OMS e o CDC (Center for Deseases Control), um centro de controle de enfermidades, nos Estados Unidos, não há risco de esse vírus ser transmitido através da ingestão de carne de porco, porque ele será eliminado durante o cozimento em temperatura elevada (71º Celsius).

Sintomas da gripe H1N1

Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarréia.

Diagnóstico

Existem testes laboratoriais rápidos que revelam se a pessoa foi infectada por algum vírus da gripe. No caso do H1N1, como se trata de uma cepa nova, o resultado demora aproximadamente 15 dias. No entanto, nos Estados Unidos, já foram desenvolvidos “kits” para diagnóstico, que aceleram o processo de identificação do H1N1.

Vacina da Gripe

A vacina contra a influenza tipo A é feita com o vírus (H1N1) da doença inativo e fracionado. Os efeitos colaterais são insignificantes se comparados com os benefícios quepode trazer na prevenção de uma doença sujeita a complicações graves em muitos casos.

Existe ainda uma vacina com ação trivalente, pois imuniza contra o H1N1 e o H3N2 da influenza A e contra o da influenza B.

É bom lembrar que a vacina contra gripe sazonal que está sendo distribuída atualmente no Brasil foi preparada a partir de uma seleção de subtipos de vírus que representavam ameaça antes de aparecer o H1N1, uma variante nova de vírus influenza tipo A.

Tratamento da Gripe

É de extrema importância evitar a automedicação. O uso dos remédios sem orientação médica pode facilitar o aparecimento de cepas resistentes à medicação Os princípios ativos fosfato de oseltamivir e zanamivir, presentes em alguns antigripais (Tamiflu e Relenza) e já utilizados no tratamento da gripe aviária, têm-se mostrado eficazes contra o vírus H1N1, especialmente se ministrados nas primeiras 48 horas, que se seguem ao aparecimento dos sintomas.

Recomendações

Para proteger-se contra a infecção ou evitar a transmissão do vírus, o Center Deseases Control (CDC) recomenda:
* lavar freqüentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool;

* jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;

* evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;

* não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;

* não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;

* suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;

* procurar assistência médica se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus da influenza tipo A.

Sarampo


Sarampo

O sarampo é uma doença infecto-contagiosa provocada pelo Morbili vírus e transmitida por secreções das vias respiratórias como gotículas eliminadas pelo espirro ou pela tosse. O período de incubação, ou seja, o tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas, é de cerca de 12 dias e a transmissão pode ocorrer antes do aparecimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia depois que surgiram placas avermelhadas na pele.
O sarampo é uma doença potencialmente grave. Em gestantes, pode provocar aborto ou parto prematuro.

Sintomas do Sarampo

Além das manchas avermelhadas na pele (exantema maculopapular eritematoso), que começam no rosto e progridem em direção aos pés, podemos citar os seguintes sintomas: febre, tosse, mal-estar, conjuntivite, coriza, perda do apetite e manchas brancas na parte interna das bochechas (exantema de Koplik).
Otite, pneumonia, encefalite são complicações graves do sarampo.

Diagnóstico

É feito através de exames clínicos e, quando necessário, confirmado por exame de sangue.

Tratamento

Na imensa maioria das vezes o tratamento é voltado para diminuir os sintomas como febre e tosse, ou para combater alguma complicação quando antibióticos sao usados.

Casos muito especiais podem necessitar medicação do tipo gama globulina anti-sarampo, visando o próprio vírus ou o reforço da capacidade de defesa geral.

Vacina

A vacina anti-sarampo é eficaz em cerca de 97% dos casos. Deve ser aplicada em duas doses a partir do nono mês de vida da criança. Exceção feita às mulheres grávidas e aos indivíduos imunossuprimidos, adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença na infância também devem tomar a vacina.

Recomendações

* não se descuide do programa de vacinação de seus filhos. A vacina contra o sarampo é a melhor forma de evitar a doença que pode ser grave, especialmente se elas estiverem debilitadas;

* procure saber a causa da doença de crianças que convivem com seus filhos. O sarampo é uma doença altamente contagiosa e de caráter epidêmico;

* não deixe de procurar atendimento médico se aparecerem manchas avermelhadas na pele de sua criança, mesmo que ela tenha sido vacinada contra o sarampo;

* investigue se você teve a doença na infância ou tomou a vacina quando criança. Em caso de dúvida é melhor procurar um centro de vacinação.


Fonte: http://www.drauziovarella.com.br